A Casa Senhorial

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Palácio Imperial

Palácio Imperial
XIX - XX
1845
Brasil

Projeto de Júlio Frederico Koeler, com complementação de Cristóforo Bonini. A construção do palácio de Petrópolis contou ainda com a participação, após a morte de Koeler, dos engenheiros José Alexandre Alves Pereira Ribeiro Cirne, Joaquim Candido Guillobel e José Maria Jacinto Rebelo (LACOMBE, p. 35).

Arquitectura

O Palácio Imperial é um edifício em estilo neoclássico, construído entre 1845 e 1862, com a finalidade específica de funcionar como residência de verão de D. Pedro II. Está situado em Petrópolis, cidade planejada e construída a partir de decreto imperial de 1843. O local escolhido para o palácio de verão foi o Monte de Santa Cruz, em área central da cidade, na confluência das ruas do Imperador e da Imperatriz. Embora bastante adensada, a área vizinha ao palácio ainda concentra inúmeras casas de elite do segundo império. O palácio está situado em centro de terreno, com vasto parque ajardinado, executado por João Batista Binot.


Edifício de linhas neoclássicas, com corpo central de dois pavimentos, arrematado por frontão triangular e platibanda. Um pórtico em cantaria encimado por terraço projeta-se à frente do pano central. Duas alas laterais simétricas completam a composição, com varandas nas duas extremidades, que dão acesso aos jardins. Apesar do corpo central elevado, o edifício é marcado pela horizontalidade, acentuada pela longa platibanda que oculta o telhado, frisos e cornijas que arrematam e separam os pavimentos e o embasamento em argamassa simulando silharia, com óculos de ventilação do porão.



A fachada tem composição simétrica, com panos delimitados por frisos e colunas, jônicas no pavimento térreo, coríntias no segundo. O pavimento térreo possui vãos arrematados por bandeiras em arco pleno, e no pavimento superior as vergas são retas, com sobreverga em estuque. Cada ala lateral possui doze vãos, e o corpo central sete, no ritmo 2-3-2. O frontão ocupa o pano central de três vãos, e exibe as armas imperiais, os dragões representativos da Casa de Bragança, o cetro imperial e a mão da justiça. O pórtico também corresponde ao pano central, com três arcos de volta perfeita, separados por colunas jônicas. O terraço é cercado por balaustrada em cantaria, com pequenas colunas encimadas por vasos correspondendo às colunas do primeiro pavimento.

As fachadas laterais mantém o ritmo e acabamento da fachada principal, com cinco vãos, três portas centrais e duas janelas laterais. Uma varanda se projeta no pano central, com quatro colunas jônicas e duas escadas laterais. A varanda da fachada direita aparece na documentação iconográfica, e a da esquerda é um acréscimo do século XX.


No frontão, as armas imperiais, os dragões representativos da Casa de Bragança, o cetro imperial e a mão da justiça.



Museu Imperial. São Paulo: Banco Safra, 1992.


Ana Lúcia Vieira dos Santos (FCRB/UFF) e Ana Pessoa (FCRB), com a colaboração da Ana Luísa Alonso de Camargo responsável pelo setor de museologia do Museu Imperial (Ibram).


1830 – D. Pedro compra a fazenda do Córrego Seco, com o objetivo de transformá-la no Palácio Concórdia.

1843 – D. Pedro assina um decreto para a criação de Petrópolis.

1850 – Inicia-se o planejamento e execução do jardim pelo paisagista Jean-Baptiste Binot.

1854 a 1862 – Período de construção do prédio neoclássico, onde funciona o Museu Imperial.

1871 – Ocorre o falecimento da princesa Leopoldina.

1889 – Com a proclamação da República a Família Imperial é exilada na Europa. No mesmo ano a Imperatriz Teresa Cristina falece em Portugal.

1891 – D. Pedro II falece em Paris.

1893 a 1908 – Princesa Isabel aluga o Palácio de Petrópolis para o Educandário Notre Dame de Sion.

1909 a 1939 – Funciona no prédio o Colégio São Vicente de Paulo.

1940 – O presidente Getúlio Vargas por meio do  Decreto-Lei n° 2.096, cria o Museu Imperial.

1943  Inaugura-se o Museu Imperial.

LACOMBE, Lourenço Luiz. Biografia de um palácio. Petrópolis: Museu Imperial, 2007.


Programa Interior

Programa geral, tipologia e planta

O edifício é composto por um prisma retangular alongado de um pavimento, interceptando o volume central de dois pavimentos. O pavimento térreo tinha uso social, enquanto o sobrado abrigava os cômodos de uso privado da família imperial.


Piso 0

A planta se desenvolve a partir de dois eixos ortogonais. O primeiro eixo marca o centro da fachada principal, com um grande saguão de acesso social para a frente, e entrada de serviço para os fundos, além da escada nobre e salas de apoio. O outro eixo corresponde a um corredor central, que dá acesso a diversas salas. As duas extremidades são ocupadas por salas maiores, a da direita usada como sala de bailes e a da esquerda como capela. Essas duas salas têm acesso direto ao jardim.

Piso 1
No sobrado, a galeria da escada dá acesso aos aposentos do casal imperial e das princesas. Na parte frontal, uma sala de uso privado se liga ao terraço sobre o pórtico de entrada. À sua esquerda encontra-se o gabinete particular de D. Pedro II, ligado por uma escada privada helicoidal a uma das salas do pavimento térreo. À direita fica o quarto do casal imperial. Seguem-se em direção aos fundos os quartos das princesas Isabel e Leopoldina, um pequeno oratório e cômodos de apoio.
Os serviços ficavam em outras edificações, que aparecem em plantas antigas, mas foram demolidas.



Azulejaria
Estuques

Piso 0, divisão 3 - Sala de Visitas da Imperatriz

O plano do forro simplificado apresenta no centro um florão de formato arredondado, composto por folhas de acanto que partem de uma roseta central. As extremidades são arrematadas por oito buquês de rosas e flores de quatro pétalas. Todo o conjunto recebe acabamento em pátina dourada.






Piso 0, divisão 4 - Sala dos Diplomatas

O plano do forro simplificado apresenta dois florões de formato arredondado equidistantes do centro, e trabalhados com uma composição de folhagens de acanto sobrepostas. A cornija larga se junta ao rodateto formando um conjunto de frisos retilíneos com caneluras.



Piso 0, divisão 5  - Corredor

Plano de forro composto por quatro claraboias quadrangulares idênticas, posicionadas simetricamente em relação ao centro, o qual não possui ornamentação. Em cada claraboia, as quatro paredes apresentam decoração vigorosa com florão de palmetas ao centro e as cantoneiras arrematadas com ornato de palmeta, folhagens, flores e arabescos. Todo conjunto é emoldurado por três diferentes frisos, sendo estes: na lateral superior friso clássico grego ondulado com flores e palmeta ao centro; na lateral inferior ornamento linear com folhas de acanto partindo de roseta central e flores nas extremidades; e nas duas laterais, ornamento vertical com folhas e pérolas. A modinatura é arrematada por um fino astrágalo de pérolas. A zona parietal da claraboia é finalizada com uma larga moldura de feixes de junco e fitas entrecruzadas.

Piso 0, divisão 7 - Sala de Jantar

O plano do forro retangular apresenta uma fina e delicada cercadura ligando quatro ornatos de cantoneira, os quais se compõem de arabescos, folhas de acanto espiraladas, gavinhas e pequenas flores. Um largo rodateto é composto por um conjunto de frisos simples compreendendo outro friso trabalhado com uma repetição de ornatos formados por folhas de acanto de onde brotam duas cornucópias que alternam ora flores e rosas, ora frutas e legumes. Nos quatro vértices do conjunto, uma roseta de folhagens arremata a composição. O centro do teto é decorado apenas com uma roseta semelhante às aplicadas nos quatro cantos. A cornija simples é formada por frisos retilíneos com caneluras.



Piso 0, divisão 8 - Sala de Costura da Imperatriz

O plano do forro simplificado apresenta uma moldura dupla composta por um friso simples sem ornamentação e outro friso de gregas. A cornija é composta apenas de frisos retilíneos com caneluras.

Piso 0, divisão 10 - Sala de Música

O plano do forro recebe tratamento apainelado em toda sua extensão, sendo este: um compartimento octogonal central que rebate simetricamente para ambos os lados do teto, três painéis retangulares, compostos por ornamentos de plano limitado com motivos fitomorfos. Os painéis retangulares mais estreitos abrigam um ramalhete retilíneo de flores variadas, folhas de hera, laçaria e nas extremidades rosetas. Os dois mais extensos recebem uma roseta emoldurada ao centro e nas laterais um mascarão com folhas ladeado por dois dragões, cestos com flores, motivos de laçaria, folhas de videira, hera e acanto. O octógono central é guarnecido de um florão de folhas de acanto envolto por guirlandas de flores, motivos de laçaria, pássaros e oito liras. Nas laterais do mesmo, quatro pequenos compartimentos triangulares compostos por instrumentos musicais como o pandeiro, a corneta, a cítara, o triângulo, a trompa e a flauta de Pan, completam a ornamentação do forro. Os painéis retangulares maiores e o octogonal são emoldurados por um friso de óvalos.

Nas paredes, abaixo da cornija com friso de dentículos, a extensão em viga é ornada com uma sequência de pares de médias-figuras portando um festão de louros atado por laços. Sobre este, a sigla P II. Colunas de capitel jônico trabalhado com guirlanda e óvalos sustentam a viga decorada.

Piso 0, divisão 13 - Sala do Senado

Plano de forro simplificado apresentando divisão geométrica de compartimentos quadrangulares e simétricos, formados por uma cercadura de friso duplo com caneluras e pequenos ornatos de arremate nos vértices.


Piso 0, divisão 39 - Sala do Primeiro Reinado

Plano de forro simplificado apresentando apenas florão central de formato arredondado e na composição folhas de acanto partindo de uma roseta no núcleo. Cercadura no teto de friso duplo com caneluras e pequenos ornatos de arremate nos vértices. Cornija também composta por frisos simples com caneluras. 

Piso 1, divisão 23 - Quarto da Princesa Isabel

O forro abobadado apresenta plano de enquadramento com traçados geométricos regulares onde o teto representa um grande compartimento retangular. A sanca, ou parte convexa, recebe tratamento apainelado com quatro alongadas seções retangulares nas laterais e nos cantos, pequenas seções quadradas, sendo todas delimitadas a partir de uma simples e fina moldura. No teto, o compartimento retangular emoldurado por um friso simples, é ocupado por um grande medalhão oval, cuja espessa cercadura é ornada com uma sequência de quarenta e quatro estrelas, seguida de outra fina moldura oval. Ao centro desta, uma florão de folhas de acanto. Nos quatro cantos, uma seção de formato triangular é guarnecida de motivo de laçaria com guirlanda de louros, folha de palmeira, folhas de oliveira e folhas de acanto. A cornija larga apresenta frisos simples com caneluras e ao centro um friso de óvalos.

Piso 1, divisão 28 - Gabinete de D. Pedro II

O forro abobadado apresenta o teto retangular com plano de enquadramento formando diferentes compartimentos geométricos e regulares, dispostos simetricamente em relação ao grande painel oval do centro. Este, é delimitado por um conjunto de duas molduras: um friso externo simples seguido de uma moldura de feixes de junco e fitas entrecruzadas. Um terceiro friso interno de fina espessura cria o espaço ovalado ocupado pelos elementos decorativos que compõem o ornato central: enrolamentos de acanto que brotam do núcleo em forma de roseta, ligados a arranjos florais. Os quatro compartimentos que contornam o painel oval central são delimitados por duas molduras simples de espessuras distintas, criando painéis de cantoneira, os quais são guarnecidos de motivo de laçaria com guirlanda de louros, folhas de oliveira, folhas de acanto e a sigla PII ao centro. Completando o conjunto, quatro pequenos medalhões redondos compostos de rosetas, são dispostos intercalando os painéis de cantoneira e conferindo a estes, o contorno arredondado dos vértices.

A cornija, encimada por um friso simples com caneluras, é formada por outro de dentículos.   



Piso 1, divisão 29 - Sala de Estado

O plano do forro retangular apresenta tratamento apainelado formando compartimentos geométricos semelhantes a lacunários que recebem decorações em baixo relevo.  A saliente cercadura do teto é composta por uma sequência de ornatos com duas cornucópias floridas das quais brotam folhas e gavinhas de acanto, e nos quatro vértices uma roseta romana de oito divisões. A composição é completada por friso externo com filete de astrágalo de pérolas, e friso interno trabalhado com barra de folhas de acanto e filete de astrágalo de pérolas. Esta pomposa molduração cria um grande compartimento retangular reentrante, em cujo centro se encontra um florão de folhas de acanto que partem de uma roseta no núcleo. O florão é emoldurado por oito guirlandas de folhas de louro sobre as quais se alternam uma coroa e a sigla P II.

Contornando a ornamentação principal, são dispostos em sequência dezesseis compartimentos lineares alternando retângulos e quadrados, e formando pequenos lacunários encaixilhados por uma tripla moldura: um friso composto de óvalos e astrágalo de pérolas entremeado por dois frisos simples. Os retângulos são guarnecidos de ornamento linear com enrolamentos de folhas de acanto, gavinhas, flores e no centro uma palmeta clássica. Nos quadrados, uma roseta.

A cornija formada por um largo barrado de folhagens de acanto espiraladas é encimada por um friso sustentado por uma sequência de pequenas mísulas.

Piso 1, divisão 31 - Quarto de Suas Majestades

O forro abobadado apresenta o teto retangular com plano de enquadramento formando cinco compartimentos geométricos regulares. O painel central, em forma de losango, é delimitado por molduragem dupla com friso estreito e astrágalo ou cordão de pérolas, cercando outro fino filete interno. No interior, florão central de folhas de acanto delimitado por uma oval de trinta e duas estrelas. O conjunto todo é inscrito em outro losango, cuja moldura é composta de friso de folhagens e cordão de pérolas. Fechando os quatro lados do losango, quatro painéis triangulares são formados por um largo friso de folhas e guarnecidos de cártula assimétrica com enrolamentos de acanto, encimada por um arranjo floral, e em cujo interior vê-se a inscrição P.T. Separando a área do teto da sanca, se estende uma larga moldura de feixes de junco e folhas de acanto entrecruzados.

A cornija é formada por friso de dentículos e friso de folhagens.

Piso 1, divisão 33 - Quarto da Princesa Leopoldina


Se repete a mesma ornamentação aplicada ao quarto da Princesa Isabel.

Pintura Decorativa
Decoração Diversa
Piso 0, divisão 1 - Vestíbulo

Piso de mármore branco e preto (carrara e belga). Ao fundo, separado por duas colunas dóricas, o corredor central, dando acesso às alas, à escada nobre e, por uma porta cancela, com balaústres e xadrez, ao corredor interno.



Piso 0, divisão 45 - Ante-Sala

Escada de ferro em espiral com 25 degraus, na sala contígua à da Imperatriz, atingindo, no andar superior, cômodo que dá acesso ao gabinete de D. Pedro II. Ostentava no início e no fim do corrimão, pinhas de cristal, ainda existentes na escada de ferro circular.

Pormenor


Piso 1, divisão 29 - Sala de Estado

Pormenor do piso em mármore claro e escuro, com motivo ornamental circular, de roseta estilizada.

Equipamento Móvel
Piso 0, divisão 1 - Vestíbulo

Relógio-armário

Relógio-armário com caixa de mogno, com pêndulo de bronze em típico estilo francês. Foi deste palácio, e sempre esteve no mesmo local, onde hoje se encontra.

Lustre de metal

Luste de metal amarelo com mangas de cristal lavrado.



Piso 0, divisão 3 - Sala de Visitas da Imperatriz



Piso 0, divisão 4 - Sala dos Diplomatas

Sala na qual o Imperador D. Pedro II recebia os representantes do corpo diplomático.

Ao lado direito, retrato de D. Maria II, pintado por John Simpson (1782-1847).

Ao lado esquerdo, retrato de D. Pedro I, pintado por Manoel de Araújo Porto Alegre (1806-1879).

“MIMA” – Escultura em mármore branco, obra de conde Artur de Gobineau (1816-1880), diplomata francês, escritor e amigo do Imperador D. Pedro II.

Sobre o consolo de jacarandá, relógio em bronze dourado, de manufatura francesa, de Pierre Philippe Thomire, cinzelador e escultor; a máquina é do famoso relojoeiro Delacombe; na parede, Armas do Império do Brasil em metal dourado.


Piso 0, divisão 7 - Sala de Jantar

Mobiliário

Mobília de mogno, todas as peças marcadas com o carimbo de F. Léger Jeansélme Père Ciem, fils, marceneiro e tapeceiro estabelecido no Rio de Janeiro, fornecedor da Casa Imperial.

Buffet

Buffet com grande espelho, tendo na parte superior uma cartela com a sigla PII, encimada de coroa imperial e um dragão. Na parte inferior do móvel, troféus das Armas da Marinha e guerra, e, sobre ele, cristais dos serviços imperiais.

Lustre

Lustre de metal dourado, com pingentes de cristal branco e arandelas de cristal colorido. Pertenceu ao Marquês de Abrantes.


Piso 0, divisão 8 - Sala de Costura da Imperatriz

Mobiliário

Grupo constituído de sofá e cadeiras de jacarandá e palhinha – fazia parte do mobiliário deste Palácio.

Mesa

No centro da sala, mesa de mármore negro, com as Armas do Império do Brasil incrustradas em mármores de várias cores, no tempo.

Relógio-armário

Relógio-armário, em vinhático, que pertenceu ao Almirante Teodoro de Beaurepaire.

Costureiro

Costureiro de charão, de manufatura chinesa, presente da Imperatriz Teresa Cristina à baronesa de Loreto.


Piso 0, divisão 10 - Sala de Música

Mobiliário

Mobiliário de jacarandá, com aplicações de bronze dourado e estofos de Aubusson, representando os símbolos das diversas artes em cada uma das peças.

Harpa

Harpa dourada de manufatura de Pleyel Wolff.

Saltério

Saltério do século XVIII, fabricada em 1788 pelo artífice Mathias Bosten, em Lisboa.


Piso 0 , divisão 13 - Sala do Senado
Mobília

Mobiliário da Sala de Honra do antigo Senado do Império (hoje Faculdade Nacional de Direito, no Campo de Santana). Talha dourada, estilo Luís Filipe, com carimbo: A. & T Costa e Jean.

Busto

Busto em bronze de D. Pedro II, de autoria de Cristiano Lüsteer.

Tapeçaria

Tapete Aubusson.

Relógio e candelabros

Relógio e candelabros de bronze dourado, do Palácio de São Cristóvão.


Piso 1, divisão 27 - Quarto de Suas Majestades
Mobília

Mobília em jacarandá, apliques com as armas do Império do Brasil em bronze dourado.

Cama

Cama com colcha de cetim bordado a matiz, trabalho chinês.

Crucifixo

Na parede, crucifixo do século XVIII, em jacarandá, com guarnição de prata e imagem de marfim.

Penteadeira

Penteadeira com um vaso de porcelana de Sevres e, à direita, um “pysiche” (grande espelho), em estilo Império.


Piso 0, divisão 33 - Quarto da Princesa Leopoldina

Cama com dossel

Móvel de transição do estilo D. José I para o estilo D. Maria I. Cabeceira alta composta de frontões bem recortados com entalhes rocalhas, arrematados por feixe de plumas aberto. No centro, cartela estofada. Quatro colunas com estrias verticais, ligeiramente espiraladas e com engrossamentos isolados por anilhas de metal amarelo, sustentam o dossel. Sobre a cama, colcha de cetim verde com bordados a matiz. Manufatura chinesa. Fim do século XVIII.

Mesa de encostar de jacarandá

Móvel dos fins do século XVIII, com entalhes rococós português, do estilo D. José I, porém com influência do estilo D. Maria I.

Banco de jacarandá

Móvel da segunda metade do século XVIII, primeira fase do estilo D. José I.

Cadeira de jacarandá

Cadeira estilo D. José I.

Meia-cômoda

Meia-cômoda com travação em X, pés em volutas, pernas arqueadas e avental com entalhes, em estilo D. José I.

Oratório

Estilo D. Joåo V, do primeiro quartel do século XVIII.


Equipamento Diverso


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PTCD/EAT-HAT/11229/2009