A Casa Senhorial

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Solar do Jambeiro

Solar do Jambeiro
Palacete Bartholdy
XIX - XX
1872
Brasil
Arquitectura

A casa assobradada, edificada originalmente em pedra e cal, está localizado no centro de amplo parque densamente arborizado, separado da via pública por gradil de ferro fundido apoiado em pedra de cantaria, com a fachada principal voltada a sul. O terreno é plano na zona em que está implantada a casa.

O edifício compreende um bloco único, correspondendo a um prisma retangular regular, com cobertura de telhas de barro em quatro águas. Os dois pavimentos são separados na fachada por um balcão corrido de cantaria, arrematado por gradil de ferro. A fachada principal divide-se em três tramos, cada qual com três vãos. Uma varanda de ferro arrematada por lambrequim projeta-se para fora no tramo central, marcando a entrada, que se dá através de pequena escada. A composição é regular e simétrica.

A fachada principal é revista por azulejos portugueses de estampilha. Azulejos de outros tipos, de feitios e desenhos especiais, emolduram as portas e janelas, bem como os cunhais, as frisas e as barras, de tal forma que são desprovidas de azulejos, apenas as guarnições dos vãos e a bacia corrida que contorna as três fachadas é que são de cantaria. A entrada é marcada por varanda-pórtico em ferro fundido.

Os beirais de telhões de louça do Porto formam rodos nos cunhais, e se apresentam em bom estado de conservação. Os guarda-corpos das sacadas e os lambrequins que circundam as varandas foram importados da Europa e refletem a influência da Revolução Industrial inglesa no Brasil deste período.

As fachadas laterais também são revestidas por azulejos portugueses de estampilha.

Portal de entrada

Sobre o vão central do sobrado, aparece a data de 1872, em cartela desenhada em azulejos.

Janelas e pormenores decorativos

As janelas com portas de folhas de vidro e postigos por dentro, apresentam bandeiras de vidro, com desenhos de taças da qual saem curvas. Os vãos são todos arrematados por molduras de cantaria.


Os telhões de louça são de fundo branco com motivos azul cobalto. Prevalece como motivo decorativo um pássaro de longa cauda e asas abertas. Aparecem também algumas peças com motivos florais e parreiras usadas, provavelmente, para reposição de telhas danificadas. Há diferenças no bordo livre das telhas, algumas lisas, outras trabalhadas.


Nos cunhais,o rodo do beiral é feito com telhas especiais cujos bordos acompanham a curvatura. No único cunhal que não faz o “rodo completo”, os telhões são igualmente especiais.


O conjunto de azulejos do Solar é considerado por Ribeiro (1998) um dos  mais importantes do gênero.
RIBEIRO, Paulo Eduardo Vidal Leite. A vida de uma chácara romântica – de Palacete Bartholdy a Solar do Jambeiro. Rio de Janeiro: FAU/ UFRJ, 1998. 

1872 – O Solar foi construído por Bento Joaquim Alves Pereira que, após breve ocupação, o alugou ao médico Júlio Magalhães Calvet.

1887-1888 – De maio de 1887 a março de 1888, o palacete foi ocupado pelo pintor Antônio Parreiras que, em seguida, construiria sua residência própria, nas proximidades do Solar.

1892 – Bento Joaquim vendeu a propriedade ao diplomata dinamarquês Georg Christian Bartholdy, que o alugava em suas frequentes ausências do país.

1903 – O palacete sediou o Clube Internacional, agremiação de caráter recreativo cultural.

1906 – Acontece a exposição do pintor português José Maria Malhoa.

1911-1914 – Esteve alugado ao Colégio da Sagrada Família.

1918 – Foi ocupado por Pedro de Sousa Ribeiro, da Guarda Nacional.

1920 – A partir desse período a família Bartholdy passou a residir no palacete, quando foram introduzidas modificações no interior do imóvel.

1941 – Em 20 de novembro ocorre a compra da parte dos fundos do terreno, localizado à rua Presidente Domiciano n° 45, aompliando-se a área da propriedade. Tal parte pertencia à sra. Maria Augusta Nogueira Faleiros.  Desta forma, a área total da propriedade passar a conter 8.633 metros quadrados.

1950 – Vera Fabiana Gad, filha do diplomata, adquiriu a parte pertencente a seus irmãos e ocupou o solar até 1975. Seu único filho, Egon Falkenberg, recebeu o bem em herança, juntamente com sua mulher Lúcia, e após a morte do casal, o prédio permaneceu com os respectivos herdeiros.

1969 – A propriedade de 2.478 metros quadrados, anexadas em 1941, foi dividido em benefício de Pedro Christian Bartholdy, que a vendeu posteriormente. Em consequência, a área total da propriedade passa a possuir 6. 155 metros quadrados.

1971 – Lúcia Piza Figueira de Mello Falkenberg (1925-1997), esposa do herdeiro do Solar, Hugo Einer Egon Falkenberg, requisita o tombamento da propriedade ao IPHAN.

1974 – Tombado pelo IPHAN – casa da rua Presidente Domiciano 195, no Livro do Tombo das Belas Artes e no Livro do Tombo Arqueológico, etnográfico e paisagístico.

Décadas de 1980 e 1990 – Durante este período o solar esteve fechado, sendo eventualmente arrendado para atividades inadequadas, o que acelerou sua descaracterização e deterioração.

1988 A propriedade e todo o mobiliário é colocado em leilão, quando foi vendida “grande maioria dos 174 lotes de objetos, entre peças dinamarquesas, móveis de jacarandá e de pinho de riga e quadros a óleo.” (Jornal do Brasil 6/12/1988).

1997 – A 20 de junho, morre Lúcia Falkenberg, e os filhos colocam a casa à venda; em 12 de agosto, o Solar do Jambeiro foi desapropriado pela Prefeitura Municipal de Niterói, com vistas a resguardar sua integridade física e restaurar seus aspectos históricos e arquitetônicos, motivadores de seu tombamento Federal, em 1974.

1998-2001 – Ocorre a restauração total do palacete por meio do Núcleo de Restauração de Bens Culturais de Niterói, simultaneamente às propostas metodológicas de restauro acatadas ao IPHAN.

2001 – Em 22 de novembro acontece a inauguração do Solar do Jambeiro, unidade da Secretaria Municipal de Cultura de Niterói, vinculada à Fundação de Arte de Niterói.

Proprietários: Bento Joaquim Alves Pereira; Georg Christian Bartholdy; Vera Fabiana Gad; Wanda Olga Bartholdy; Egon e Lúcia Falkenberg.


Proprietário atual: Prefeitura Municipal de Niterói.

Inventários/descrições  

“[...] chácara que mede de frente pela mencionada rua Presidente Domiciano cento e dez metros, toda murada na frente da rua, muro com gradil de ferro e tres portões também de ferro, a casa construida de pedra, cal, dividida em cômodos para numerosa família, dividindo o terreno que é próprio por um lado com José Ribeiro Lozada e pelos fundos com Henrique Pereira Maia Vinagre”. 

Descrições antigas 

“Revestida de azulejos, com telhas longas e beiral  portugueses, vidraças azuis e brancas originárias do Porto, portas e janelas guarnecidas de granito-do-reino e coloridas bandeiras de vidro, a mansão da rua Presidente Pedreira divide-se em 14 quartos, cinco salões, cozinha, banheiros e quatro quartos para empregados. No jardim há um viveiro de plantas ornamentais e belas estátuas de mármore representando a Liberdade, a Caridade e a Lealdade”. (Jornal do Brasil 6/12/1988).

Os dados da ficha estão baseados em: RIBEIRO, Paulo Eduardo Vidal Leite. A vida de uma chácara romântica – de Palacete Bartholdy a Solar do Jambeiro. Rio de Janeiro: FAU/ UFRJ, 1998. 

 

Tombado pelo IPHAN

Livro arqueológico, etnográfico e paisagístico

Inscrição:065 – 25/4/1974

Livro de Belas Artes

Inscrição:514 – 25/4/1974

Programa Interior

Programa geral – Tipologia e planta

O edifício é um prisma retangular, dividido em dois pavimentos. Esse volume é quebrado pelo acrescento de duas varandas de ferro, uma maior na fachada principal e outra menor na lateral direita. O acesso principal se faz através da varanda, chegando a um um vestíbulo que ocupa posição central, ligando-se à sala de visitas à direita, e à sala de jantar à esquerda, através de uma pequena antessala. O vestíbulo comunica-se ainda com a escada nobre.

No piso superior, a distribuição se faz através da galeria da escada e de um corredor que substituiu a circulação interna dos cômodos. Uma sala ocupa a lateral direita da construção, e vários quartos se sucedem para o lado esquerdo.

Os serviços se encontram em construção anexa, nos fundos da principal, à qual se ligam por uma passagem coberta.



Entrada/vestíbulo/átrio

Uma varanda, com cerca de 10m de frente por 3m de profundidade, ocupa o terço central do pavimento térreo da fachada principal, formando um pórtico de acesso. Quatro delgadas colunas em ferro fundido sustentam a cobertura pelo bordo externo, e lambrequim arremata todo o perímetro livre da cobertura.

A escada de acesso é de ferro fundido com degraus em mármore branco de Carrara, sendo a parte central do piso de ladrilho hidráulico.

O acesso era inicialmente feito pela porta central da varanda, sendo que as outras duas portas eram janelas que foram abertas da reforma de 1920.

A cobertura que protege a escada tem arremate de lambrequim.

Azulejaria

As três fachadas voltadas para o jardim são revestidas por azulejos de mesmo padrão, enquanto que a fachada dos fundos têm padrão diferente. 

Nas três fachadas iguais são utilizados seis tipos de azulejos para formar o pano azulejado.

O pano principal é formado por azulejos de 13 cm x 13 cm, com fundo branco e motivo central composto por três flores em tons lilás, envolto em folhagem verde claro.  Nos cantos quatro pequenas flores e rendilhado em diagonal. O encontro de quatro azulejos cria pequena figura quadrangular que se alterna com o motivo floral principal. O azulejo é de procedência holandesa. 

Acompanhando a cercadura dos vãos tem-se um friso de azulejos, com motivo floral com ramo sinuoso com folhas verdes e flores lilás, azuis e verde com amarelo. 

Fazendo o arremate externo do pano principal tem-se duas faixas paralelas de azulejos, a interna de cor amarelo vivo, e a externa na cor marrom mesclado. As faixas contornam com perfeição todos os detalhes da arquitetura e alguns frisos são mais estreitos para melhor arrematar a composição e evitar cortes no padrão principal.


Na fachada dos fundos é utilizado o mesmo sistema de emolduramento de vãos e faixas das demais fachadas, o padrão do azulejo é de motivos florais em tom azul.


Na fachada norte, sem varanda corrida, foi utilizado azulejo de aparência marmorizada com fundo creme claro e veios azuis para marcar a transição dos pavimentos


Estuques


Piso 0, divisão 8 Sala de estar

O plano do forro recebe tratamento apainelado em toda sua extensão, sendo este: quatro painéis de cantoneira, quatro alongados painéis na forma de retângulos arredondados, e um compartimento octogonal central guarnecido por um grande ornato de florão. Da roseta do núcleo partem folhagens de acanto entrelaçadas, gavinhas, pequenas conchas e ramagens abrangentes que dão forma ao contorno do florão. Os painéis de cantoneira possuem nos vértices um ornato de concha de onde saem folhas de acanto que se desenrolam até preencher todo o interior. Já os painéis retangulares são guarnecidos no centro com um mascarão com folhas do qual brotam ramagens que se ajustam ao contorno dos lados arredondados do painel. Todos os compartimentos são enquadrados por molduras simples sem ornamentação, que são aplicadas também ao redor do conjunto, formando um compartimento retangular único. 

A cornija diretamente subposta ao forro, é arrematada na parte inferior por um friso simples com nervuras, e trabalhada com dentículos ornados com pequenas folhas de acanto encimados por outro friso de decoração simplificada.     

Piso 0, divisão 7 Salão Principal

O forro do Salão Principal apresenta-se enquadrado por uma superfície convexa ou sanca, que liga as paredes da sala ao teto. A sanca larga, que substitui a cornija, possui uma tipologia variada de molduras, das quais se destacam: o cimácio de folhagem de acanto, moldura de feixes de junco e folhas entrecruzadas, moldura larga de óvalos, astrágalo clássico de pérolas e friso com dentículos. Na parte mais convexa, destaque para a sequência de painéis quadrangulares guarnecidos de cartela trabalhada com folhas de acanto, os quais são intercalados com ornato sugerindo um tipo de consolo, de cuja voluta pende uma rosa.   

No plano do forro, o esquema de enquadramento forma uma moldura de painéis retangulares sendo os quatro vértices arrematados por quadrados. Estes, abrigam um ornato de plano limitado com uma roseta central, conchas e arabescos entrelaçados. Os painéis retangulares são guarnecidos de uma cartela alongada, com folhas de acanto, rosas e o interior trabalhado com um rendilhado de flores estilizadas. Os painéis são encaixilhados por uma moldura larga de rosetas. No centro do forro, um grande florão ovalado reúne em sua composição motivos ornamentais como folhagens de acanto, buquês de flores e rosas, enrolamentos em formato de "C", e duas cartelas semelhantes às da sanca. O florão é cercado com uma moldura de flores e outra de folhagem.      

Nos quatro cantos do forro, baixos-relevos das alegorias das quatro estações inseridos em cartelas decoradas com folhas, gavinhas, e ladeadas por dois puttis com guirlandas de flores.

Piso 0, divisão 3 Sala de jantar

O plano do forro quadrangular apresenta quatro painéis de cantoneira ligados a outros retangulares nas laterais, formando uma cercadura contínua e regular. Os painéis retangulares são decorados com um estreito friso de folhas, gavinhas e conchas, completados com um rendilhado de flores estilizadas. Os painéis de canto são guarnecidos por uma cartela no vértice de onde saem duas cornucópias repletas de flores, folhagens espiraladas e composições reunindo frutas, legumes e utensílios para chá. O conjunto de painéis é delimitado por uma larga moldura externa de folhas e frutos, e uma interna composta por um astrágalo de cordão e outro de pérolas. 

O florão ovalado possui no centro uma cartela com rolos preenchida com folhas de acanto e rendilhado de florezinhas. A composição interna do florão reúne folhagens onduladas, flores variadas, pássaros, dois ornatos com conchas, duas cartelas menores e pequenas máscaras femininas com folhas e pérolas. Todo o florão é circunscrito em uma moldura dupla com flores e legumes na faixa mais larga, e na mais estreita uma moldura romana de folhas de acanto.

A cornija larga apresenta frisos simples com nervuras, um friso estreito de óvalos, e na parte inferior um friso alternando gregas com ornatos de rosetas e folhas. 

Piso 1, Divisão 3 Salão Superior

O plano do forro, mais simplificado, apresenta quatro painéis de cantoneira unificados por uma fina molduração de traçado regular formando mais quatro estreitos e alongados painéis laterais. Estes abrigam ao centro apenas uma roseta ladeada por folhagens das quais brotam uma palmeta. Os painéis de cantoneira, simétricos, apresentam uma formatação mais triangular cuja base segue em suave ondulação. São plenamente guarnecidos por folhagens e gavinhas formando sinuosos arabescos de onde saem hibiscos e rosas, e no vértice, uma pequena concha. O florão central de contorno arredondado é composto pelos mesmos ornatos fitomorfos que partem de quatro conchas que emolduram a roseta do núcleo. Todo conjunto do forro é arrematado por um friso de óvalos.

A cornija larga é sustentada por uma sequência de mísulas, e frisos simples sem ornatos dão o acabamento da cimalha.

Pintura Decorativa
Decoração Diversa



Piso 0, divisão 8 Sala de estar

Alisares das portas com moldura reta sem ornamentação. Passagem para as salas contíguas, em arco geminado com trio de colunetas lisas de perfil arredondado. Acabamento com arco externo apoiado sobre par de colunetas do mesmo tipo, e cuja superfície cega forma um painel decorativo em madeira talhada com motivos de folhagens estilizadas.  

Passagem para escada trabalhada com alisares de modinatura reta e cornija ressaltada no lintel, sobre o qual se eleva um arco de volta inteiro coroado por agrafe. A molduração da arquivolta segue o perfil dos alisares e seu interior é vazado e decorado com madeira talhada compondo motivos de enrolamento de acanto, gavinhas, volutas e flores.

Piso em frisos de madeira com 10 a 15 centímetros de largura, sendo utilizadas madeiras claras e escuras, provavelmente peroba do campo e canela preta, intercaladas formando tabeira e “tapete” central com paginação radial.


Piso 0, divisão 7 Salão

Portas e janelas recuadas formando sequência de vãos de portais. Os alisares têm modinatura em madeira clara partindo de um plinto sobre o rodapé alto, e composto por toro flanqueado por finas baguettes. O silhar abaixo das janelas é revestido por lambri apainelado que se conjuga com as almofadas inferiores das portas, formando um conjunto amadeirado harmonioso.  Janelas de caixilhos de vidro e bandeiras com vitrais coloridos. Piso em frisos de madeira com 10 a 15 centímetros de largura, sendo utilizadas madeiras claras e escuras, provavelmente peroba do campo e canela preta, intercaladas formando tabeira e uma estrela central de quatro pontas.


Piso 0, divisão 3 Sala de jantar

Sala de jantar  revestida com lambri de apoio em madeira encerada e, altura de 70 centímetros do piso, com frisos e rodapé duplo em madeira maciça. Na parede sul da sala, encrustados nos lambris e adornados com requadro em talha com detalhes fitomorfos encimada por máscara em madeira, existem dois lavatórios em louça inglesa, decorados com motivos florais.


Piso 0, Divisão 5 Escada Principal



Piso 0, divisão 1 - Varanda de entrada

Pavimento em ladrilho hidráulico policromado formando uma composição padronizada de 2x2 com desenhos geométricos e elementos vegetalistas estilizados, e emoldurada por uma barra dupla composta de cercadura de hexágonos em laçaria e cercadura de losangos com lados sobrepostos e entrecruzados.

Escadaria com guarda-corpo de ferro fundido composto por sequência de painéis de ornamento vertical com molduração de traçado geométrico e motivos vegetalistas de arabescos, folhagens, enrolamentos em “C”; e painel retangular com grande ornato de cesto com flores de onde pendem guirlandas presas a volutas e ramalhetes de louro com fitas. Na parte frontal, quatro colunetas dispostas simetricamente, sendo o fuste abaixo do corrimão, decorado com ornamento vertical com motivos vegetalistas, conchas e roseta central.




Piso 0, divisão 16 Entrada Lateral

Pavimento do patamar em ladrilho hidráulico policromado formando tapete retangular com composição padronizada de 2x2 de desenhos geométricos e flores estilizadas, e emoldurada por cercadura de hexágonos e losangos alternados e entrelaçados.

Guarda-corpo do patamar em ferro fundido composto por um único painel retangular de cada lado, com grande ornato de cesto com flores de onde pendem guirlandas presas a volutas e ramalhetes de louro com fitas. Acabamento frontal do guarda-corpo com duas colunetas abalaustradas. Borda da cobertura decorada com rendilhado de ferro fundido constituído por uma série de ornatos com desenhos sugerindo entremeios e pontas da renda verdadeira, e cercadura canelada, encimada por fino friso de óvalos e filete perolado. Arremate superior com sequência de pequenos ornatos ovais com volutas e folhas. Par de mãos francesas sustentando a cobertura, trabalhadas com enrolamentos de folhagens de acanto, gavinhas e folhas de parreira.  

Equipamento Móvel
Equipamento Diverso


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PTCD/EAT-HAT/11229/2009